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Confira nossos produtos e variedades:

Culturas de Inverno

  • Nabo Forrageiro IPR 116
    Características - Raiz pivotante - Reduz a toxidez de alumínio no solo - Reciclagem de nutrientes - Descompactação do solo - Rotação de cultura - Espécie rústica - Rápido crescimento inicial. - Alta produção M.V. de 15 a 30 ton.ha - Baixo custo de implantação
    • Aveia
      • Aveia Preta

        A Aveia Preta Comum é uma espécie usada como cobertura de solo (controle de plantas invasoras), alimentação animal (silagem, feno, pastejo) e produção de sementes, é recomendada principalmente como pré-cultura da soja e feijão em rotação com outros cultivos. Fornece restos de cultura que são altamente eficientes na reciclagem de nutrientes e contribui para o sistema de plantio direto.

        É uma espécie de adubo de inverno mais cultivada em condições de clima sub-tropical. A Aveia Preta é uma gramínea rustica com boa capacidade de perfilhamento, pouco resistente à seca e apresenta também, elevado efeito supressor/alelopatico sobre diversas plantas invasoras.

        Para o plantio, recomenda-se usar 40-6- Kg/ha de sementes, para produção de sementes e de massas, respectivamente. Já na integração agricultura- pecuária usar mais sementes, aproximadamente 100 Kg/ha, para aumentar a massa vegetal e diminuir os efeitos do pisoteio do gado no solo. A semeadura pode ser feita tanto a lanço quanto em linha, com espaçamento entre 17 cm e 20 cm.

        Origem Europa
        Nome cientifico Pennisetum glaucum
        Fertilidade do solo Baixa, média a alta
        Forma de crescimento Cespitoso e ereto
        Altura 100 a 140 cm
        Utilização Pastejo, feno, ensilagem e cobertura vegetal para plantio direto.
        Digestibilidade Boa
        Palatabilidade Boa
        Capacidade de afilhamento Muito boa
        Capacidade de rebrote Muito boa
        Precipitação pluviométrica Acima 600 mm anuais
        Tolerância a seca Média à boa
        Teor de proteína na matéria seca 7 a 12% (até 26% no inicio do pastejo)
        Consorciação Gramíneas, leguminosas e nabo forrageiro
        Profundidade do plantio 2 a 4 cm
        Ciclo vegetativo Anual (130 a 160 dia)
        Produção de forragem 3,5 a 12 ton. MS/ha /ano


        • Azevém
          O Azevém é uma gramínea anual, cespitosa, que possui folhas finas e tenras, cujo porte chega a atingir 1,2 metros de altura. É rustica, agressiva e perfilha em abundância com bom valor nutritivo, razão pela qual é uma das gramíneas hibernais mais cultivadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e nas regiões mais frias do Paraná, tanto para corte como para pastagens e também muito boa para reciclagem de nutrientes, principalmente o fósforo, usada para rotação de cultura. Esta gramínea é adaptada às temperaturas baixas (não resiste ao calor excessivo), desenvolvendo-se somente durante o inverno e a primavera. Desenvolve-se relativamente em qualquer tipo de solo, mas prefere os argilosos, férteis e úmidos para proporcionar grandes rendimentos. Resiste bem à umidade excessiva e à acidez. A época de plantio em linha, com espaçamento de 20 cm entre linhas. Devido a sua capacidade de ressemeadura natural, mesmo após passar seu ciclo, suas sementes ficam dormentes para o próximo ano.
          Origem Europa
          Nome cientifico Lolium multiflorum
          Ciclo vegetativo Anual/Bianual
          Forma de crescimento Touceiro/Ereto
          Nível de fertilidade do solo Baixo/Médio/Alto
          Altura 100 a 120 cm
          Utilização Pastejo e Cobertura de solo
          Indicação Terminação de animais
          Resistência a seca Baixa
          Resistência a frio Alta
          Resistência a umidade Média
          Resistência a cigarrinha Média
          Resistencia a sombreamento Baixa
          Acidez de solos Tolerância Média-Baixa
          Produção de massa verde 20 a 40 ton/ha/ano
          Produção de matéria seca 5 a 10 ton/ha/ano
          Proteína bruta na matéria seca 8ª 22%
          Palatabilidade Boa
          Digestibilidade Boa
          Exigência de manejo Média
          Volume de chuvas Acima de 800mm
          Profundidade de plantio 0,5 a 1,0 cm
          Taxa de semeadura 20 a 30 kg/ha

Culturas de Verão

  • Capim Sudão

    O Capim Sudão é uma gramínea anual rustica, originária do Sul do Egito e Sudão, que admitem ser a forma selvagem original dos sorgos cultivados atualmente. Cresce bastante, chegando a 2metros de altura e produz grande quantidade de massa verde. Adapta-se a climas quentes e temperados, resiste à seca e não tolera frio excessivo. Vegeta bem nos terrenos indicados para o milho e sorgo, porém, prefere as várzeas frescas e férteis. Proporciona forragem tenra, muito palatável e nutritiva.

    Quando novo, até 40-45 cm de altura, assim como sorgo, o Capim Sudão apresentar um princípio tóxico que pode causar transtornos aos animais, devendo ser evitado seu uso nesta fase ou evitar solta-los nas horas mais quente do dia.

    O plantio é feito na primavera em sulcos espaçados de 60-80 cm, com 20-25 quilos de sementes/ha.

    Recomenda-se efetuar seu corte 75-80 dias após a semeadura, a 10-15 cm do solo, cuja produção gira em torno de 100 toneladas de massa verde/ano, em quatro cortes.

    Nome Científico Shorghum sudanense L
    Variedade Comum RS
    Florescimento 50 a 60 dias
    Altura média da planta 170- 230 cm
    Época de plantio Setembro a Março
    Tipo de panícula Aberta
    Capacidade de perfilhamento Alta
    Capacidade de rebrota Alta
    Eficiência de uso de água Alta (150 a 200 Kg/H2O/Kg MS)
    Resistencia a pragas e doenças Alta
    Colheita 45 a 70 dias
    Espaçamento entre linhas 0,80m
    Numero de sementes/metro linear 15 a 20
    Profundidade de plantio 1 a 3 cm
    Densidade de plantio Cerca de 12 plantas/metro linear
    Consumo de sementes/ha 25 kg semeadura ou 40 kg a lanço
    Tolerância à seca Alta
    Tolerância à salinidade Alta (até 10 dS.m-¹)
    Potencial de produção de matéria seca 8-12 ton/ha
    Produção de massa verde 100 ton/ha em quatro cortes
    Teor de acido cilíndrico Baixo, quando comparado com Sorghum Bicolor
    Proteina bruta na m.s. 10 a 12%
    Principal aptidão do material Pastoreio e corte
    Platabilidade Ótima
    Digestibilidade Ótima
    Ocorrência de doenças Em locais de elevada umidade poderá ocorrer doenças foliares, como ferrugem e antracnose.
    • Milheto BRS 1501

      Para atender a exigência do mercado, a Embrapa Milho e Sorgo desenvolveu a variedade de milheto BRS 1501, adaptada para produção de massa em sistemas de plantio direto e com bom potencial de produção de grãos.

      Pela sua versatilidade, rusticidade e crescimento rápido, a cultura do milheto tem-se expandido de forma acelerada, na região dos cerrados, adapta-se a condições que oferecem riscos de déficit hídrico, principalmente para utilização no plantio direto. É uma variedade de polinização aberta, originada por seleção massal de uma população americana. Possui ciclo médio, boa capacidade de perfilhamento e tem mostrado boa recuperação na rebrota. A demanda por cultivares de milheto com caracterização definida tem aumentado sistematicamente.

      Origem Europa
      Nome científico Pennisetum glaucum
      Variedade BRS 1501
      Fertilidade do solo Baixa, média e alta.
      Forma de crescimento Cespitoso e ereto
      Florescimento 50 dias
      Ciclo vegetativo Anual (150 a 160 dias)
      Altura 1,50 a 1,80 m
      Panícula Em forma de vela, de tipo compacto a semicompacto, com tamanha de 30 a 50 cm e presença de pequenas aristas
      Grãos De forma abovolada, cor cinza, endosperma parcialmente duro
      Capacidade de perfilhamento Boa
      Utilização Pastejo, feno, ensilagem e cobertura vegetal para plantio direto
      Digestibilidade Boa
      Palatabilidade Excelente
      Precipitação pluviométrica Acima de 600 mm anuais
      Tolerância a seca Boa
      Tolerancia a seca Média
      Resistência a cigarrinha Boa
      Consorciação Gramíneas e leguminosas
      Profundidade de plantio 1 a 3 cm
      Massa verde 40 ton/ha no emborrachamento
      Proteína bruta na MS 12 a 16%
      Matéria seca 10 a 20 ton/ha/ano
      Produtividade de grãos 2,5 ton/ha
      Recomendação Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste
      Formas de semeadura Quantidade de sementes/ ha Observações (metro) Sementes por metro Observações
      Em linha para pastejo 40 kg 0,30 70 Sementes por metro
      Em linha para corte e silagem 35 kg 0,40-0,50 50 Sementes por metro linear
      A lanço 50 kg 250 Sementes por m²
      • Sorgo Sudan 4202
        Variedade tolerante à salinidade com aptidão para feno

        Características

        Florescimento

        50 a 60 dias

        Altura média da planta

        170 - 230 cm

        Tipo de panícula

        Aberta

        Capacidade de perfilhamento

        Alta

        Capacidade de rebrota

        Alta

        Eficiência de uso de água

        Alta (150 a 200 Kg/H2O/kg MS)

        Resistência a pragas e doenças

        Alta

        Colheita

        45 a 70 dias

        Espaçamento entre linhas

        0,80m

        Número de sementes/metro linear

        15 a 20

        Densidade de plantio

        Cerca de 15 plantas / metro linear

        Consumo de sementes/ha

        8 a 10 kg

        Tolerância à seca

        Alta

        Tolerância à salinidade

        Alta (até 10 dS.m-¹)

        Potencial de produção de matéria seca

        8-12 t.ha-¹

        Eficiência de rendimento de forragem

        5 U.A./ha/5 meses

        Teor de ácido cianídrico

        Baixo, quando comparado com Sorghum Bicolor

        Proteína bruta

        900-1500 kg.ha-¹

        Principal aptidão do material

        Feno

        Época de plantio

        Sob condições de sequeiro, no início da estação chuvosa e sob regime de irrigação, em qualquer época do ano;

        Ocorrência de doenças

        Em locais de elevada umidade, poderá ocorrer doenças foliares, como ferrugem e antracnose.

        • Tifton 85

          Gramínea do gênero Cynodon spp, hibrido resultante do cruzamento da TIFTON- 68 com a espécie Bermuda Grass da África do Sul (PI 290884), que é considerada a melhor do mundo existente no gênero.

          Em função de ser um hibrido interespecífico. Tifton 85 não produz sementes viáveis, sendo sua disseminação feita exclusivamente por material vegetativo (mudas enraizadas, colmos, estolões ou rizomas) assim sendo, é fundamental para o bom estabelecimento que se utilize material sadio originário de bancos de mudas ou produtores livres de doenças e invasoras e com um bom manejo, e mudas maduras (com aproximadamente 100 dias de desenvolvimento) já que a brotação inicial depende de reservas orgânicas só encontradas em quantidade adequada em plantas bem desenvolvidas. Dentre as tifton, promove o mais alto ganho e peso vivo/ano.

          Adubação
          Origem Estados Unidos (programa de cruzamentos entre gramíneas africanas)
          Genero Cynodon spp
          Época de plantio Setembro a Março
          Aptidão Feno, silagem, pastejo, corte, corte para o cocho e possibilita uma vasta cobertura de solo. Apresenta um bom desempenho de vacas em lactação
          Calagem Corrigir acidez, com base em analise prévia de amostras de terra, elevando a saturação de bases para 60%
          Fosfatada e potássica no plantio e adubação de cobertura com Nitrogenio
          Plantio A lanço ou em sulcos
          Produtividade de matéria Seca 20 a 25 ton/ha
          Folhas na massa total 20%
          Densidade de perfilhos 100 000/m²
          Formação do estande inicial Rápida
          Resistência ao frio Boa
          Tolerância ao fogo Boa (em função de grande numero de rizomas)
          Tolerância a seca Boa, responde bem a irrigação
          Tolerância a cigarrinha Razoável
          Doenças Baixa susceptibilidade
          Digestibilidade Boa (50 60%)
          Palatabilidade Muito boa para equinos, bovinos, ovinos e caprinos
          Nutrição Alto valor alimentício devido elevados níveis nutricionais
          Primeiro pastejo 90 a 100 dias após o plantio

Outros Produtos

  • Feno

    A produção de feno consiste na pré-secagem e enfardamento de forrageiras. Para se obter um produto de qualidade, é necessário seguir algumas normas básicas, que vão desde a previsão do tempo até a desidratação da forrageira. Após o início do corte o material não pode pegar chuva, deve-se saber o ponto certo de corte (cada forrageira tem suas características próprias que devem ser observadas quando da produção do feno) para obter maior teor de proteína, deixar o produto exposto ao sol para o processo de desidratação, ou seja, a redução de aproximadamente 80% da umidade, evitando-se assim a formação de “mofo”, e também a perda de nutrientes por falta de umidade. No nosso saco, trabalhamos com Azevém e Tifton 85. Na produção de feno de Azevém, optamos por fazer o corte do mesmo na fase de formação de grãos, com o objetivo de obtermos maior teor de proteínas, e produzimos fardos medindo 0,45m x 0,30m x 0,85m, e pesando aproximadamente 12kg.

    Tecnicamente o feno tem várias vantagens com relação a outros tipos de alimentos. É um produto com padronização e longevidade para estocagem, mantendo a qualidade e o valor nutritivo, enfardando gramíneas de inverno e verão, como Azevém e Tifton 85 respectivamente, com alta relação proteína/fibra, de alta densidade, servindo como ótima fonte de vitamina A e D, carotenos, micro e macro elementos, isentos de plantas daninhas e patógenos.

    A fenação está a cada dia mais presente na dieta de bovinos, equinos e ovinos, pois propicia alto rendimento, se comparado, por exemplo, ao consumo de silagem (1kg de feno equivale a 3kg de silagem) com teores nutricionais parecidos para satisfazer os animais com uma boa palatabilidade e digestibilidade, além de manter uma boa nutrição em épocas de pastos escassos.

    Além dos cuidados acima, a produção de feno exige local adequado para armazenagem, que deve ser um galpão coberto, com boa ventilação e pouca luminosidade. Além disso, deve-se tomar cuidado com roedores e outras espécies de pragas.

Serviços

  • Serviços

    Prestação de serviço de plantio de grama